terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Pela Paz

Apesar do longo período de paragem, os beligerantes autores d'O Ninho mantiveram-se atentos ao que se passou de importante nestes últimos tempos. Posto isto, e após árdua pesquisa, estamos finalmente com capacidade para divulgar informações importantes sobre o pequeno brilharete que foi a entrega do Prémio Nobel da Paz a Barack Obama este ano.


Aí está ele novamente a salvar o mundo no seu skate.


Não há como negar a surpresa com que o mundo recebeu esta notícia. A 9 de Outubro deste ano, o presidente norte-americano, eleito à menos de um ano, recebia o Nobel da Paz. E nesse mesmo dia começou o burburinho: uns, que vêm Obama como o Messias, acreditavam que estava espectacularmente bem entregue, pois serviria como catapulta para fazer um trabalho memorável a favor da Paz; outros, ainda um pouco reticientes, comentavam a falta de trabalho apresentado por agora, e viam tudo isto como uma mera jogada política.


A mero título de curiosidade, atente o leitor nisto:

"Ao contrário dos outros prémios Nobel, o Nobel da Paz pode ser atribuído a pessoas ou organizações que estejam envolvidas num processo de resolução de problemas, em vez de apenas distinguir aqueles que já atingiram os seus objetivos em alguma área específica. É, portanto, um prémio Nobel com características próprias."
-in Wikipedia, mui fidedigna fonte de sabedoria


Ou seja, o homem até poderia realmente ter recebido o Nobel como incentivo para o seu trabalho em questões importantes. Pena que a verdade seja um tudo-nada mais sombria.


Verdade essa que é a de o Prémio Nobel da Paz ter sido entregue a Obama através de cordelinhos puxados por uma organização sombra que está a tentar criar uma Nova Ordem Mundial!!!!

A sério.

Sejamos realistas. Sozinho, Obama nunca conseguiria sequer chegar à presidência dos États-Unis
. Mas, como fantoche, como a "cara que aparece ao público" desta organizção, Obama chegou e chegará ainda mais longe. Esta organização é constituída por indivíduos muito importantes, das mais altas hierarquias a nível mundial. Estou a falar dos ursinhos carinhosos.


Sim, aqueles ursos às cores com símbolos rídiculos no peito.


Nos dias de hoje, são eles que controlam tudo no nosso planeta: economia, energia, pornografia, recursos hídricos, pornografia, mulheres ao volante, sandes de queijo e pornografia. Não temos como fugir das garras deles, e muito menos temos como fugir aos planos arquitecturalmente* maquiavélicos do seu líder, McGyver.


Parece que o "bom herói" dos anos 80 é na realidade um ditador mundial.


Faz anos que McGyver e o seu exército de ursinhos carinhosos trabalham juntos. São poucas as provas existentes, mas O Ninho, uma vez mais em colaboração com o Dacca Institute, conseguiu resgatar algumas de autênticos abismos de saber intemporais**.


Influência na Guerra Fria


Influência sobre o Proletariado


Influência sobre explosões grandes


Grandes compinchas


A questão aqui é: o que planeia tão famigerada troupe fazer agora com o presidente do EUA? Por acaso***, O Ninho tem a resposta para essa pergunta. Parece que a ideia é construir um trabuco de proporções magnânimas e lançar Barack Obama pelos ares do Atlântico com Portugal na mira.


As mentes corrompidas pelo poder.


Talvez a máquina nos salve. Ou não.


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* - É realmente possível que possa ter inventado uma palavra.
** - Não faço ideia do que estou a falar.
*** - Não, a sério! Foi mesmo acaso!

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

O Anticristo vive em todos nós?


Depois de visualizar Antichrist, de Lars Von Trier, qualquer esforço da minha parte no sentido de analisar e partilhar a minha interpretação do mesmo seria fútil. Este é um filme que deve ser apreciado e lido por cada espectador à sua maneira. E desde já fique claro que não é um filme onde haja meio termo. Ou se gosta, ou se odeia.

Sou um fã confesso de Lars. É um dos meus realizadores de culto. Como tal, as minhas expectativas para este filme eram altas. E foram superadas. Antichrist rasa a obra-prima, a meu ver, por ser quase teatral, quase lírico. O filme é na sua essência bastante misógino e intrínsecamente ligado ao Catolicismo. Carregado de simbolismo, patente em pormenores deliciosos e cuidadosamente estudados e planeados. Trata da natureza humana na sua essência, e fazendo a ligação com as passagens do Génesis bíblico abre portas a uma profunda e muito dura interpretação dos eventos. A forma como a temática da mulher, seja ela Eva/Maria, do pecado e da tentação, do Homem/Deus, do arrependimento e do sacrifício, da sexualidade e dos males do Homem são tratados são de um requinte muito selecto e muito raro nos dias de hoje. Arriscaria até dizer que pode ser visto como uma alegoria do mito do Génesis, na qual Lars Von Trier expõe os terrores da crença Cristã acerca das origens do pecado.

O filme divide-se num prólogo, capítulos e epílogo. Todos eles subjacentes a uma ideia bem definida que fará sentido com o visualizar do filme. E o prólogo é incrivelmente genial, rodado em preto e branco e em slow motion, ao som de uma ária clássica. Cinco minutos de puro deleite e admiração. Posso dizê-lo sem pudor, uma das melhores "entradas" que vi até hoje.

As personagens principais não aparecem nomeadas, o que faz todo o sentido dado o simbolismo impregnado quer nestas quer nos seus gestos. A leitura subjacente a cada cena deste filme é muito particular e muito rica. Mas isso fica ao critério de cada um.

Também uma nota para referir que tudo neste filme é tratado com uma falta de vergonha muito saudável. Tudo muito crú, sendo que algumas cenas são de facto pesadas, mas pessoalmente não faz qualquer sentido rotular este filme como gore, como foi feito por muita gente. Há de facto partes intensas, sobretudo perto do final, mas o somatório de todas não pode valer pelo filme.

Acho que Antichrist é do melhor que vi nos últimos tempos e deixou-me mesmo muito agradado. É um filme que acho que é bastante livre de ser interpretado por cada um à sua maneira, com a leitura que quisermos fazer dos eventos. Eu tenho a minha, sustentada naquilo que li no filme e aonde este me transportou. Acho-o uma análise dura e muito real da natureza humana, que vai ao âmago da mesma, visitando e descodificando todo o episódio do Génesis, como interpretado (lá está) por Lars Von Trier. Se é uma visão do realizador peranto uma fé Cristã marcada por lamentáveis e olvidáveis episódios passados, ou até uma viagem ao universo tão misterioso da psique humana... quem sabe? Que cada um veja com os seus olhos e sinta com as suas emoções. Certo é que este filme merece ficar registado e tornar-se um objecto de muita estima e culto pelo fabuloso pedaço de arte que é. Desde a fotografia ao cuidado com todo e qualquer pormenor até às interpretações fabulosas de Charlotte Gainsbourg e Willem Dafoe. Ambos em alta e merecedores de prémio pelo registo.

Apreciado em deleite por um total de 10 taralhões.

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Sobre o profano e a sagrada palermice


Saramago é o homem do momento. Muita celeuma tem gerado o "brilhante" escritor português. Inclusive há já quem peça a sua cabeça num prato, que é como quem diz a renúncia à nacionalidade portuguesa. Tudo isto porque o "ilustre" afiou com mais uma estocada à Sagrada Instituição que é a Igreja Católica.

Ora a Igreja Católica não é mais que o puto birrento da turma da primária que passa o recreio amorfo num canto quando não lhe fazem as vontadinhas todas. E Saramago é o puto malandreco que gosta de se armar aos cucos e provocar escaramuça só porque sim e porque o torna popular junto das miúdas e restantes putos.

Não sou um professo* fã de Saramago, em parte porque o seu estilo de escrita nunca me seduziu o suficiente, talvez um dia destes... não lhe fechei a porta ainda. E da Igreja Católica não só não sou fã, como repudio essa instituição assoberbada que muito gosta do dinheiro dos crentes e da propagação de ideias nefastas, pré-históricas e absolutamente descontextualizadas.**
Considero-me portanto neutro enquanto espectador desta batalha palerma. Mas não me lixem, não temos mais com que nos preocupar? Não é evidente já para todos que JS sabe vender bem o seu peixe e com estas manobras consegue a publicidade que tanto deseja por alturas de lançamento de novo livro? E desde quando a bíblia vem assinada com o consentimento de sua soberania suprema dos céus assumindo como verdadeiras todas as suas afirmações? É que da última vez que vi nem pai supremo nem filho mártir davam autógrafos desses...

Deixem de ser tão sensíveis e tão mariquinhas e liguem menos às divagações egocêntricas de um velhote que precisa de ocupar o tempo com mais que limpar o pó ao Nobel. É que ter de apanhar com isto todos os dias nos jornais e na web dá-me cabo da paciência...

É que se pensam que Saramago é o demo estão muito enganados! E acreditem que aqui n'O Ninho estamos por dentro desse tipo de informação. Até já fizemos as nossas reservas para a eternidade junto de Lúcifer, somos praticamente grandes amigos.


*reparem na malandrice da provocação ao recorrer a um termo de conotação religiosa aqui... incrível!
**tenham em conta que não desrespeito a fé Católica... mas sim a Igreja enquanto instituição.

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Caixote Mágico #16

Quando uma série de talentosas estrelas do panorama musical se junta em concerto o resultado só pode ser algo de grandioso. Não está ao alcance de todos. Apenas uns poucos como Ozzy Osbourne, referência incontornável do metal, conseguem levar consigo em tour uma trupe tão respeitosa. Para os adeptos de música grandiosa relembremos aqui um clássico incontornável de Ozzy, ao vivo no mítico Budokan em 2002.

Acompanhando-o estão: Zakk Wylde, Robert Trujillo, John Sinclair e Mike Bordin.




'Mr. Crowley' do veterano de terras de sua majestade Ozzy Osbourne e convidados

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Epifania músico-celestial

Confesso que andava um bocado desligado dos Muse. Os Ingleses são uma banda pela qual sempre nutri algum interesse mas nunca a um nível de adoração. E apesar de trabalhos bastante consistentes e bons faltava sempre um je ne sais quoi que fizesse dizer "caramba, isto é que é!"...

Pois bem, esse momento chegou. Tiro o meu chapéu e faço a vénia devida à banda. Parece que uma nova brisa paira por terras britânicas. Não tenho dúvidas em afirmar que este é, para mim, o melhor álbum dos Muse. Mas atenção! Este trabalho soa a tudo menos Muse... como os conheciam. E aí reside toda a beleza de The Resistance. Altamente experimentalista e influenciado por todo um universo musical muito rico, este álbum transpira confiança e alguma arrogância até. E a mim agrada-me! Começamos com uma groove de ficar no ouvido e a puxar para o pézinho de dança e abanar de anca, com Uprising, para logo de seguida sermos bombardeados com uma Resistance que me deixou absolutamente viciado com os seus pózinhos de rock anos 80 e 90. Depois temos de tudo... um piscar de olho a Depeche, umas manias de grandeza com United Stares of Eurasia e o culminar da obra com o apocalipse psicadélico do trinómio Exogenesis, essa sinfonia celestial, misto de libertação interior e inspiração divina.

Não será, com toda a certeza, um trabalho consensual. Muitos fãs não entenderão este novo rumo sequer. Mas digo-vos, vale bem a pena ouvir e apreciar a genialidade de músicas bem compostas e tocadas a bel prazer dos autores. Parece que enfim, os Muse se libertaram das obrigações que a indústria músical impõe a quem procura sucesso e se dedicaram a compor a música que gostam, como gostam. Ou então, a banda teve uma súbita epifania e sentiu que esta era a forma de exteriorizar essa clarividente manifestação. Seja como for, eu fiquei convencido e dá-me gozo ouvir The Resistance.

Uma breve nota final apenas para destacar as magníficas letras das músicas.

Recomendado vivamente por 9 em 10 taralhões que lamentam agora não ter comprado bilhete para o concerto antes deste esgotar.

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Back in business!


Estimados leitores e fãs incondicionais d'O Ninho, estivemos ausentes para retemperar forças e afinar os motores. Mas estamos de volta. Não temam portanto! Certamente a nossa ausência foi mui sentida e lamentada... mas regressamos com doses bem generosas de tolice, conspiração e caos com as quais vos voltaremos a brindar de forma regular. Não deixem portanto de nos visitar e espreitar pelo pedaço de demência mais recente!

A gerência agradece. A sério. E vão ver que vale a pena. Ou não.

Saudações e até breve!

domingo, 26 de Julho de 2009

Crime à Portuguesa



O último filme de Leonel Vieira que tinha visto, A Bomba, foi um furo completamente ao lado. Felizmente Arte de Roubar é de uma dimensão completamente diferente. No paronama estagnado e pobre do cinema portugês (e deixemos aqui o debate sobre se isso se deve à qualidade das pessoas/projectos ou falta de investimento para depois) de onde apenas raramente saem ideias interessantes, Arte de Roubar é uma agradável lufada de ar fresco. Desde logo é impossível não encontrar fortes influências do estilo Tarantino e outros do género. Na fotografia do filme, na "organização" por capítulos, no quadro de personagens à disposição. Mas não estou aqui a criticar essa opção, pelo contrário terá sido porventura o caminho certo para dar alguma credibilidade a esta produção. Outra ajuda fundamental é o facto de ser falado em inglês. Os textos ganham consistência e parecem encaixar muito melhor.

A história resume-se a dois pilantras amigos, ladrões amadores, que aceitam o desafio de roubar um Van Gogh precioso e há muito desaparecido da quinta de uma condessa. Os dados são lançados pelo mordomo aparentemente revoltado da senhora. Obviamente... tudo havia de correr mal.

Na sua passada descontraída, Arte de Roubar é uma comédia ligeira, com textos simples e uma linha de acção bastante fácil de acompanhar. A representação está boa, a fotografia também, e emprestando ao filme um ar quase série B, e os efeitos são simples mas quanto baste para o pretendido. Pessoalmente, adorei a cena da tourada e todo o papel dos actores principais, Ivo Canelas e Enrique Arce. Verdade seja dita, Arte de roubar consegue o mesmo que filmes de gabarito bem superior, trabalhando com um orçamento bem menor. E se misturado na prateleira das produções internacionais, passaria perfeitamente por um qualquer trabalho digno de rigor e credibilidade. Acho-o um bom filme de entretenimento, com todos os ingredientes misturados na dose certa, que vale certamente a pena visionar. Espero que sirva de impulso para o cinema português mais comercial.

Agradavelmente visto e apreciado por 7 em 10 taralhões! (Alguns dos quais lusitanos)

Deixa-me entrar


Estando sozinho em casa dum amigo, decidi ir cuscar o pc do mesmo para arranjar um filmezinho para ver enquanto o resto da malta não chegava.

Foi provavelmente das melhores ideias que tive até hoje.

"Let the Right One In", realizado por Tomas Alfredson, é uma adaptação para cinema de um livro escrito por John Ajvide Lindqvist, o qual fez também o argumento para o filme (graças aos Céus). Conta-nos a história, passada na Suécia de 1982, de um rapazinho chamado Oskar (Kåre Hedebrant) que está naquela fase tramada pós-infância/pré-adolescência, e para além disso os colegas na escola não lhe fazem a vida fácil.
Certo dia conhece no pátio ao pé de casa uma rapariga de nome Eli (Lina Leandersson) com quem irá travar uma amizade no mínimo... especial.
Agora, eu podia até contar algo mais sobre a história, mas acho que parte da magia do filme será vê-lo sem ter nenhum conhecimento prévio sobre a história do mesmo. Por isso, se os dignos leitores d'O Ninho tomaram conhecimento do filme aqui, nada de ir ao IMDB ver informação sobre o filme antes de o verem, e no final vão-me agradecer.
Posso sim dizer outras coisas, nomeadamente que na maioria dos campos o filme arrisca-se a roçar a perfeição. A fotografia é brilhante, a qualidade de representação é enorme, ainda por cima se tivermos em conta que os dois actores principais são adolescentes. Lanço só um pequeno alerta ao pessoal irrequieto, pois poderão achar o passo do filme um pouco lento, mas vale a pena o esforço.

Uma pequena obra-prima, para ver com calma, pouca gente, e o espírito aberto. Uns avassalados 9 em 10 taralhões irão obrigar pessoas a ver este filme.

quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Olho Vivo... mais ou menos...



Tinha este filme em lista de espera há já algum tempo. Confesso que me despertou algum interesse, na medida em que achava piada à série original (em que o filme se inspira) mas por natureza sou um céptico destes remakes... já que a grande maioria dos resultados são muito pobres.

Get Smart não é um mau filme, longe disso, mas também não se destaca por aí além. Steve Carell está bem, como sempre aliás, e parece-me ter sido a escolha acertada para o personagem de Maxwell Smart. Surpreendentemente Anne Hathaway, aqui no papel de Agent 99, também cumpre com os requisitos e se mostra em bom plano. Achei piada à sua personagem e a química entre ambos funciona na perfeição. Tendo em conta as escolhas habituais da senhora... foi de facto uma surpresa agradável. De qualquer forma Get Smart é uma comédia ligeira, cuja mais valia passa pelo casting bem conseguido, dos actores principais aos mais secundários, e por não ter a arrogância de tentar ser mais que isso. Não é uma comédia extraordinária daquelas que nos deixam sem fôlego, apesar de um ou outro momento mais caricatos. Ainda assim, a história desenvolve-se a bom ritmo e com pormenores que ligam à série dos anos '60. Creio que havia potencial para muito mais, mas também tenho noção que isso poderia ter levado o filme a cair no rídiculo. De qualquer forma, e se levarmos em linha de conta que o realizador é o mesmo responsável pelo hediondo Nutty Professor II... exigir mais que isto provavelmente seria esticar a corda ao máximo.

Um bom filme de Domingo no sofá, ligeiro, que certamente não deixará a sua marca. Mas pensemos que isto se aplica quer para o bem quer para o mal. Vale enquanto boa performance de Steve Carell, para os que apreciem os talentos do senhor. Gentilmente apreciado por 5 em 10 taralhões.

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Caixote Mágico #15

"Arrg, legendary metal music video director David Brodsky (KATAKLYSM, ARSIS, THE BLACK DAHLIA, MURDER) by chance caught us pirates in the act of looting and pillaging a fine vessel along the seas of the Atlantic. With nary a chance of escape, David bartered passage to dry land in exchange for rendering a motion picture tale of our nautical pilferings."

Está tudo dito... Por cortesia do Jonas, passe-se o testemunho a um dos vídeos mais fenomenais de sempre... piratas! e trash metal! Perfeito.





'Cruise Ship Terror' dos americanos Swashbuckle