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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Caixote Mágico #16

Quando uma série de talentosas estrelas do panorama musical se junta em concerto o resultado só pode ser algo de grandioso. Não está ao alcance de todos. Apenas uns poucos como Ozzy Osbourne, referência incontornável do metal, conseguem levar consigo em tour uma trupe tão respeitosa. Para os adeptos de música grandiosa relembremos aqui um clássico incontornável de Ozzy, ao vivo no mítico Budokan em 2002.

Acompanhando-o estão: Zakk Wylde, Robert Trujillo, John Sinclair e Mike Bordin.




'Mr. Crowley' do veterano de terras de sua majestade Ozzy Osbourne e convidados

segunda-feira, 2 de março de 2009

Vivemos tempos gloriosos...

...para qualquer adepto de grande música.

Só hoje me deparei com esta notícia que, a confirmar-se que irá para a frente, ultrapassará todos os níveis de epicidade alguma vez relatados na história da humanidade. Aqui fica o transcrito do artigo publicado no Ípsilon.



Dez anos depois, ei-los de volta. Quem? Nada mais, nada menos que os Faith No More de Mike Patton. Eles que se separaram para se entregarem a mil e um projectos individuais em 1998 (o último concerto aconteceu no Coliseu de Lisboa, a 7 de Abril desse ano), anunciaram o regresso para uma digressão europeia este Verão.

Quer isto dizer que Mike Patton, o carismático vocalista da banda, terá que serenar a criatividade transbordante por uns tempos, essa que o fez fundar bandas como os Peeping Tom, Fantomas ou Tomahawk e colaborar com Dan The Automator, John Zorn ou Björk, e dedicar-se ao grupo em que conheceu maior protagonismo.

Até ao momento não há qualquer data anunciada, sendo apenas certo que a banda se concentrará em actuações nos palcos dos variadíssimos festivais que marcam a agenda musical no Verão.

Nascidos em 1982 em São Francisco, os Faith No More mantiveram-se como banda de culto até à emergência do grunge. Abusivamente colados ao género, pela virulência de uma sonoridade que mesclava elementos de punk, heavy-metal ou rock progressivo com uma atitude desdenhosa das regras dos diferentes géneros, tornaram-se uma das faces da MTV e, com o álbum "Angel Dust" (1992), uma das bandas de maior sucesso do período.

Após a desagregação, consumada no final da digressão de promoção a "Album Of The Year" (é a formação que gravou esse disco que agora regressa), Mike Patton foi sempre taxativo na negação de uma possível reunião. Em comunicado, a banda explica o que levou a uma mudança de opinião: "Este ano, pela primeira vez, decidimos sentar-nos e falar sobre isso [a possibilidade de se reunirem]. Aquilo que descobrimos foi que a passagem do tempo permitiu o distanciamento suficiente para olharmos os nossos anos juntos de forma mais clara e fez-nos perceber que a música ainda soa bem, que estamos a começar a apreciar o facto de que talvez tenhamos conseguido fazer algo de bom."

domingo, 1 de março de 2009

Finalmente, o regresso

Como prometido pelos ilustres autores deste infame espaço cibernáutico, aqui fica uma pequena amostra da referida viagem à Eslovénia com passagem por Veneza.


Veneza


Ljubljana


Bled


Postojna


Estranhos Indivíduos


De notar que o hiato entre o previsto final da nossa viagem e este post não se deveu de maneira alguma a uma enorme depressão pós-viagem provocada pelo nível elevadíssimo de beldade das jovens eslovenas. Os autores deste blog estão acima de tais provocações terrenas e.... coiso.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Arriverdeci! Se vidiva kmalu!

Lamentamos informar, mas o estaminé vai encerrar para pausa dos geniais e cultíssimos autores. Voltamos daqui a uma semana. Mais informamos que vamos estar aqui:





De onde seguiremos em comboio nocturno para aqui:




Certamente a nossa falta será mui sentida... Quando (se...) regressarmos haverão concerteza fotos e coisas graciosas para mostrar. Até breve!

A Gerência

sábado, 20 de setembro de 2008

Sátira Tropical





Quando pensávamos que a comédia hollywoodesca já não tinha ponta por onde pegar, eis que surge uma lufada de ar fresco a provar-nos errados. Ben Stiller, um veterano da coisa e que já anda no negócio há algum tempo, resolveu-se a fazer um filme capaz de satirizar a indústria e provocar gargalhadas incontroláveis na nossa cadeirinha de cinema.

Tropic Thunder é mesmo isso. Uma combinação brilhantemente conseguida entre o humor satírico à indústria megalómana de Hollywood e o humor palerma da piada fácil e cenas absurdas. Não confundam as coisas... não falo de humor básico completamente falhado como praticamente toda a filmografia do Adam Sandler... falo de linhas genialmente escritas que proporcionam algumas das melhoras tiradas épicas e idiotas alguma vez vistas em filme.

Também pudera. Tropic Thunder reúne um elenco invejável a diversos níveis. Como se não bastasse a mão cheia de actores principais de alto nível, temos um elenco secundário fabuloso, com cameos fantásticos e colaborações de pasmar. Tenho de destacar aqui Tom Cruise (volta, estás perdoado!) pela sua magnífica interpretação e Robert Downey Jr. que consegue provavelmente ser o melhor entre todos.

A premissa do filme é satisfatória quanto baste. Por entre o absurdo de factos completamente impensáveis na vida real, como a largada de um grupo de actores em pleno Vietname para alcançar maior "realismo" na produção em causa, o enredo resume-se à descoberta pessoal dos personagens, há muito perdidos com os seus próprios egos. O que de facto sobressai é o gozo puro com os estúdios e produtores do reino encantado de Hollywood, com as interpretações chamadas "genuínas" de tantos actores que por aí andam e com os excessos que os dólares proporcionam. Pelo meio temos cenas que foram mais controversas por gozarem com o cliché tema-mais-sério, mas no fundo as pessoas que criticam esses momentos de genial concretização humorística são simplesmente idiotas a quem passou ao lado o objectivo de tudo isto.

Pessoalmente uma das coisas que mais me agradou foram as tiradas de alguns dos personagens. Atenção que temos aqui verbália de tal forma épica que nos leva às lágrimas. Combinem isso com tudo o resto e vão ficar agravelmente surpreendidos. Posso afirmar sem dúvidas que desde Kung Pow não me ria tanto com um filme! E isso é um elogio do camandro. Ainda falta algum tempo até o ano terminar, mas creio que dificilmente Tropic Thunder será superado como a melhor comédia do ano. Uma agradável surpresa que deixa boquiabertos 9 em 10 taralhões.


P.S.: Há um bónus delicioso neste filme, que é o facto de começar com trailers fictícios de chorar a rir. Por isso, tentem não chegar atrasados à sessão. Não querem perder este começo.