Depois da morte de Osama Bin Laden, esta foi a forma encontrada pelas forças da Al Qaeda e associados de principiar uma série de ataques a nações de todo o mundo. Numa tentativa de inovar e concentrarem esforços em alvos mais eficazes, os terroristas resolveram então começar pelos vegetarianos. Nas palavras de um terrorista (que naturalmente não iremos identificar):
domingo, 12 de junho de 2011
Terror E. Coli!
Depois da morte de Osama Bin Laden, esta foi a forma encontrada pelas forças da Al Qaeda e associados de principiar uma série de ataques a nações de todo o mundo. Numa tentativa de inovar e concentrarem esforços em alvos mais eficazes, os terroristas resolveram então começar pelos vegetarianos. Nas palavras de um terrorista (que naturalmente não iremos identificar):
quinta-feira, 31 de março de 2011
Eleições em todo o lado!
O Ninho do Taralhão conseguiu, através de um pagamento generoso em camelos e pombos, um pedaço de informação deveras importante sobre o plano de futuro do PSD. Ao que parece, Passos Coelho pretende um novo assessor, com bastante experiência, para fazer frente à possível montanha que terá que escalar se for eleito.
Supõe-se que o escolhido será Pedro Mantorras, pois quem mais com anos de experiência a lidar com situações de lesões profundas ao nível do joelho.
Noutras notícias, a eleição do novo presidente do Sporting Clube de Portugal não esteve isenta de polémicas. A vitória de Godinho Lopes por cerca de 360 votos causou bastantes dissabores e distúrbios, sendo que o favorito derrotado Bruno de Carvalho continua a garantir que a situação não ficará assim. O Ninho soube de fonte fiável (fonte essa que se diz que trabalha ali perto do Instituto Superior Técnico) que Bruno de Carvalho terá contactado uma empresa independente de auditores experientes para averiguar a situação.
Em conversa via Skype com o Ninho, Osama Bin-Laden garantiu que os trabalhos irão correr de maneira pacífica e ordeira, ao contrário das reacções dos adeptos na noite eleitoral.
terça-feira, 15 de março de 2011
Greve?
Ou isso era o que eles queriam que nós pensássemos.
A realidade é bem mais sombria e contorcida. A greve dos camionistas e a aparente falta de combustível é na realidade um esquema elaborado pelas grandes gasolineiras, a mando dos governos das mais poderosas nações mundiais, como a Alemanha, Estados Unidos da América, China e Djibouti. Esta informação não nos chegou às mãos sem custo, tendo 7 dos nossos investigadores, entre eles um anão de nome Al-Pahssim-no, dado a vida por ela.
O plano que necessita de tal enorme quantidade de combustíves é obviamente militar. Parece que estas nações decidiram finalmente fazer uma ofensiva em força contra um ponto no oceano Pacífico, onde aparentemente nada se encontra a não ser água. Contudo, relatos de uma testemunha credível, e captações de som a grande profundidade, terão revelado uma ameaça dormente nas profundezas. Esta coligação de forças internacionais tinha conhecimento desta entidade à bastante tempo, pórem so irão actuar agora devido a acontecimentos recentes. “Quais acontecimentos?”, muitos perguntam, mas já poucos acham que o sismo catastrófico que abalou o Japão seja uma coincidência...
segunda-feira, 14 de março de 2011
Governo e as mexidas no IVA.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Permissão para reencarnar, senhor?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Acompanhando a crise no Médio Oriente
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Agentes secretos e miúdas giras
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Pseudo
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Caixote Mágico #23
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Caixote Mágico #22
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Feliz Natal e etc...
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
A melhor prenda?
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Um dia na vida de...
Estou preparado.
Ao pequeno almoço já estou impecavelmente vestido no meu Armani. Sentado à cabeceira, servem-me iguarias numa mesa longa e vazia, mas que demonstra a minha posição social. As raparigas que acordaram comigo passam agora por mim na direcção do quarto de banho, ainda meio desnudadas, todas elas risinhos.
O meu semblante mantém-se inalterado. A minha mente planeia já as minhas decisões para o resto do dia. Sem falhas.
Saio para trabalhar. O chauffer leva-me no meu Mercedes até ao primeiro local de reunião. O restaurante ainda fechado servirá de palco às primeiras negociações do dia. Até à hora de almoço discutimos o problema que está em cima de mesa. Mantenho-me inflexível na minha posição, e quando os ânimos se exaltam e um deles se ergue do seu assento, rapidamente me aproximo dele e piso-o lateralmente no joelho. O som de algo a quebrar põe termo as negociações e no final era eu que tinha razão. Aproveito para pedir almoço enquanto levam o indíviduo para fora da sala.
Da parte da tarde tenho uma partida de golfe agendada com um potencial investidor estrangeiro. Embora não muito deslumbrado com a situação, o importante é honrar os compromissos. A partida corre bem até que a conversa de situação termina e começa-se a falar a sério. Pressões internacionais vão levar a que a sua participação financeira no nosso negócio seja significativamente inferior ao esperado, diz-me ele. A sua opinião é francamente diferente depois do seu caddy se encontrar caído no chão, sangue a espirrar da sua garganta pelo sítio onde a bala entrou. Enquanto guardo a arma asseguro-lhe que as tais "pressões estrangeiras" deixaram de ser um problema muito em breve.
Ganhei a partida, tendo até feito um hole-in-one.
Enquanto janto sozinho num dos melhores restaurantes da cidade, o gerente, homem da minha confiança, vem falar comigo. Está acompanhado por duas raparigas que diz estarem interessadas em conhecer-me. Digo para se me juntarem à mesa. O gerente afasta-se com uma pequena vénia. Agradecerei mais tarde a consideração que ele tem por mim com um maço de notas considerável. Olho as raparigas à minha frente, enquanto esboço o mais pequeno dos sorrisos. Risinhos e olhares provocadores são o que obtenho em resposta. A noite vai ser longa.
sábado, 11 de dezembro de 2010
E vai mais um
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Álbum de recordações #7
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O Americano
Muito recentemente vi o último trabalho de George Clooney, “O Americano”. Anton Corbijn é o realizador, e para muitos é um nome desconhecido, pois apenas tem no seu currículo até agora clips musicais e o filme “Control” sobre o vocalista Ian Curtis, dos Joy Division.
Devo confessar que a primeira avaliação que fiz do filme, à saída do cinema, foi negativa. A verdade é que tal reacção me pôs a pensar mais sobre o filme, e a procurar coisas sobre ele, até chegar ao ponto de indagar se era o filme que era mau, ou se era o meu ponto de vista que estava errado.
Parece-me agora óbvio que a última opção é a correcta.
Desengane-se quem viu o trailer, ou quem está à espera de um filme com Clooney a partir a loiça toda. “O Americano” não é um filme de acção, é um filme de introspecção, com um andamento muito próprio, e é isso que temos que ter em mente à partida para a sua visualização.
Clooney é Jack, um assassino profissional caído em desgraça, forçado a refugiar-se numa vila italiana de um grupo de suecos que quer vê-lo morto. Aí, cria relações com as outras personagens, algumas até inadvertidamente, mas que vão ser sempre contrapostas com a desconfiança inerente da sua situação, e com o facto de tais relações serem ensombradas com o facto da presença de Jack lhes pôr também a vida em perigo.
É neste pilar que assenta a trama do filme. Um homem com um passado pesado, desconfiado de tudo e de todos, que sabe que deve manter a distância de outras pessoas para o próprio bem delas, mas que é impotente para se manter longe de contacto humano.
O elenco do filme, tirando Clooney, é praticamente um grupo de ilustres desconhecidos que intrepretam os seus papéis de forma bastante sólida. Na memória do público masculino ficará certamente a bela Violante Placido, enquanto que as senhoras se teram de contentar com um Clooney em boa forma, tanto física, como na qualidade da sua intepretação de um dos papéis mais sombrios da sua carreira.
Em termos de fotografia, esta é de qualidade. A paisagem ajuda muito, é certo, mas Anton Corbijn conseguiu passar para o ecrã a beleza natural das localidades do filme. A banda sonora adequa-se perfeitamente, sempre com uma toada mais sombria e melancólica.
No geral, “O Americano” é um bom filme, bastante intimista e minimalista, como um filme de autor. Tem que ser visto na disposição certa, e não podemos esperar um blockbuster de acção, pois essas cenas embora existam, são escassas. Se tivermos isto em conta, certamente que o apreciaremos muito mais. 7/10 Taralhões estimulados intelectualmente gostaram do filme.
domingo, 7 de novembro de 2010
Medidas anti-crise!
- VENDA IMEDIATA DO FILHO DE CRISTIANO RONALDO
- RECUPERAÇÃO DA FEIRA POPULAR
- EXPORTAÇÃO DE CHISPALHADA










